Meta-capitalistas e socialistas trabalhando pela guerra de classes – Pervertendo as instituições e o cidadão.

Políticos socialista e fundações capitalistas unidos criam leis, geram burocracias e utilizam nossos impostos via máquina Estatal para retro-alimentar seu poder frente a máquina pública tornando o Estado um Leviatã incontrolável. Isto tendo em vista que socialistas dizem rejeitar o capitalismo, mera falácia utilizada para confundir os leigos sobre o que é realmente o socialismo e capitalismo, criando uma semântica enganosa. Oras por acaso socialismo não é capitalismo de Estado? Por acaso Karl Marx pai da ideologia comunista não instruiu que o Estado deve aumentar gradativamente os impostos a fim de destituir a propriedade privada aos poucos até a instição de forma que tudo seja do Estado?
Podemos observar esta junção entre o poder político socialista burocrático e o grande capital nos escândalos do BNDES, ainda a ser desbravado minuciosamente no Brasil. Escândalo este em que partidos socialistas e social democratas promoveram caixa dois através  do financiamento empresarial BNDES a grandes empresas que devolviam parte do mesmo para os partidos. Isto para retro-alimentar o próprio poder destes políticos e capitalistas aliados que patrocinam este sistema. Igualmente ocorreu na Alemanha nazista, e até mesmo na URSS que mesmo sob uma ideologia comunista marxista manteve 50% de capitalismo para as indústrias petroleiras e de gás para financiarem a revolução em detrimento do povo que morria nos Gulags (prisões de regime de trabalhos forçados), ou eram jogados vivos em covas comuns em massa por não concordarem com o regime comunista. Algo parecido que ocorre hoje na Coreia do Norte e esta progredindo na Venezuela.

Aqui no Brasil utilizam-se dos movimentos ditos sociais e ONG`S para retro-alimentar a implantação do socialismo, transformando pessoas comuns em militantes desta causa sem que estes saibam que são apenas peões em um tabuleiro nas mãos destes que detêm o poder político e econômico que os utilizam de forma a instigar uma guerra psicológica e até mesmo corpo a corpo com invasões de propriedades, instigadas contra quem não concorda com estes que estão no poder é claro. Através de milicianos, facções criminosas, ver os livros de Carlos Marighella “Manual do guerrilheiro Urbano“; Eitor de Paola “O Eixo do Mal Latino Americano“; Graça Salgueiro “O Foro de São Paulo“; Juan Cláudio sanahuja “Poder global e Religião Universal“, através da cultura via escolas, universidades, emissoras de TV, teatro, cinema, instituições religiosas, ONG´S, nacionais e internacionais, moldam o povo como massa de manobra para implantar um sistema em que o Estado se torne um leviatã indomável. Rejeitando a liberdade dos indivíduos e calando principalmente a religião cristã.

Confira também estas leituras:

o-livro-negro-do-comunismo-crimes-terror-e-repressao-
psicopatas no poder

Nós financiamos aqui no Brasil as mesmas coisas desde Fernando Henrique Cardoso, que incentivou e financiou movimentos como o MST e outras instituições estimuladas por FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS que não querem que o Brasil seja uma ameaça frente as nações ricas, mas que seja sempre um país envolto a turbulências internas com a ajuda de ONG`S internacionais inclusive religiosas geridas por falsos religiosos, que trabalham sob falsos pretextos humanitários para incentivar políticos e políticas autoritárias que apenas fazem o jogo de FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS GLOBALISTAS.

Dica de leitura: “Contra o Cristianismo – ONU e UNIÃO EUROPEIA como nova ideologia“.


Devemos acolher, ajudar e orientar as pessoas em estado de miséria e ou pobreza que são ludibriadas e usadas como instrumentos por estes tipos de movimentos que apenas favorecem seus lideres políticos e por consequente seus financiadores nacionais e internacionais, e, devemos trazer para tona a verdadeira Caridade, assim como o Papa Bento XVI nos recordou nas encíclicas: “Caritas in Veritate” e “Deus Caritas Est” . Alguns financiadores nacionais estamos descobrindo na operação lava a jato e suas ramificações, ao menos um pouquinho do que é apenas a ponta do iceberg.

Rodrigo Constantino fala sobre algumas contrariedades do MST, movimento comunista e os Capitalistas: “O MST, ao notar que latifúndios improdutivos são espécie em extinção no país, alterou o discurso. Agora não se fala mais em combater esses latifúndios improdutivos, mas simplesmente em combater os latifúndios. Ou seja, apenas pelo fato de uma fazenda ser grande, mesmo que ela tenha uma enorme produção, isso já basta para o MST justificar uma invasão. O tamanho é crime para eles. A Wal-Mart, que emprega mais de um milhão de pessoas, não poderia existir, pela “lógica” do MST. E o governo Lula, simpatizante antigo do movimento, vai cedendo. Apenas a área comprada e doada ao MST supera a área total de Cuba. É maior que toda a área agrícola da França, Itália, Inglaterra ou Alemanha. Assentar uma família de “sem-terra” custa mais que doar um carro zero quilômetro a esta mesma família. Entre as nações que testaram uma reforma agrária nos moldes defendidos pelo MST, estão Afeganistão, Angola, Argélia, Bolívia, Camboja, Colômbia e Zimbábue. A lista contém dezenas de nomes. Digamos que nenhum, como podemos perceber, teve sucesso. Ignorar isso é assinar um atestado de burrice. Será que o Brasil vai ter que sentir na pele a dor desse erro, tendo tanta experiência alheia para dar a lição? O mais inteligente é capaz de aprender por observação. Não precisamos virar um Zimbábue para descobrir como é ruim esta receita.O MST inaugurou em Guararema (SP) uma escola política, a Escola Nacional Florestan Fernandes, objetivando a educação de novos militantes. Em outras palavras, trata-se de uma escola de marxismo que pretende treinar invasores de terras. Importantes figuras do PT estiveram presentes no evento. A escola custou 1,3 milhão de dólares, e foi custeada por um fundo social da União Européia, pelo próprio MST e pelas ONGs cristãs Caritas, da Alemanha, e Frères Des Hommes, da França. Parece que os europeus adoram o regime socialista, contanto que longe deles! Os brasileiros que pagam o preço.”

Fonte – GAZETA DO POVO


Cristiano Costas & Silva resume a posição da igreja católica na encíclica Rerum Novarum com respeito o capitalismo e o socialismo: “O próprio Leão XIII, na introdução da Rerum Novarum, refere-se à abordagem do tema, em encíclicas precedentes sobre soberania política, liberdade humana e constituição cristã dos Estados. Mas, enquanto anteriormente essas questões apareciam de forma secundária, à margem de outros assuntos de maior relevância, agora o Papa fez da condição social dos operários o tema central de sua carta. Leão XIII sublinha a importância da classe trabalhadora e seu direito de criar e organizar sindicatos para reivindicar a realização de seus legítimos interesses. Ele não só rejeita o socialismo e responsabiliza o capitalismo pela questão social, como também propõe uma verdadeira política social. Nota-se aqui uma mudança de enfoque ou de perspectiva: a Igreja, na pessoa do Papa, deixa em segundo plano os assuntos internos e volta-se para os problemas que afligem os trabalhadores da época. O olhar da Igreja dirige-se ao mundo exterior, identificando nele os principais desafios sociais à fé cristã e buscando alternativas para as contradições da sociedade em que vive. Em suas palavras Leão XIII expressou o pensamento social da Igreja e fez a defesa dos direitos dos trabalhadores no contexto da revolução industrial e do capitalismo em expansão. O Papa questiona a realidade social, em uma sociedade que a grande riqueza se concentra nas mãos de um número reduzido de pessoas, que com sua riqueza dominam os trabalhadores, assemelhando-se a um estado de escravidão. Além disso, Leão XIII apresenta uma “descristianização” da sociedade, na distensão das relações entre a Igreja e o Estado e no comportamento das pessoas. A partir da Industrialização e do mundo moderno, provocado pela Revolução Francesa e o Iluminismo, fragilizou-se as influências da Igreja Católica, como algo essencialmente “necessário” para a vida cotidiana das pessoas. Desta forma, é importante compreender até que ponto esta classe operária urbana frequentava a Igreja e os sacramentos. Outra questão que preocupava o Papa Leão XIII, era a Luta de Classes, pregado pelo Manifesto Comunista em 1848 por Marx e Engels. O Papa afirma que deve existir uma concordância das classes e não uma luta entre elas, e que o socialismo se torna uma libertação ilusória desta sociedade. A Igreja prega a harmonia entre as classes. A partir dessa doutrina social, Leão XIII argumenta no sentido de que os ricos devem ajudar aos pobres, muito além da caridade. O papa afirma que o Estado deve desempenhar seu papel de diminuir as desigualdades sociais, que a prosperidade do Estado depende da atuação dos trabalhadores pobres, fazendo assim surgir um compromisso com a integridade e com a plena garantia de seus direitos, tanto espirituais como materiais. Com esta preocupação, o papado passa a assumir, em seu magistério, uma postura mais clara para os diversos temas conflituosos da sociedade do século XIX. Leão XIII inaugura com estas críticas ao capitalismo e ao socialismo, um novo rumo de discussões na vida da Igreja. O Papa Leão XIII, em 1881, revela outra face dinâmica do seu pontificado. A abertura dos Arquivos do Vaticano à produção acadêmica, anteriormente sufocada pelo papado de Pio IX, fato esse que é aplaudido por historiadores Católicos e Protestantes. Em um contexto em que a Igreja Católica ia ficando em segundo plano, cada vez mais à margem dos acontecimentos da história moderna, Leão XIII deixa como herança a Pio X, a concepção de que o papado não é instituição de arbitrariedade de conflitos políticos, sociais, econômicos. No fim de seu longo pontificado (1878–1903), Leão XIII conseguiria recuperar o prestigio do representante de Pedro, que havia se perdido em tempos difíceis.”

Fonte – A12 


Conheça o movimento PAZ NO CAMPO que luta contra as fundações internacionais que tentam manobrar o Brasil, e que busca também através do distributismo e cooperativas aproximar grandes produtores e pequenos agricultores familiares para que possam trabalhar em conjunto pelo bem comum.


Seguem outras matérias sobre o assunto:


PSDB partido socialista financiando o MST


Fernando Henrique Cardoso recebe lideres Comunistas e libera 2,1 bilhões para o MST


O governo federal em maio de 2015 liberou 28,9 bilhões para agricultura familiar, o financiamento que nunca acaba com a necessidade de reforma agrária


O Foro de São Paulo e a falsa oposição PT/PSDB


A máquina empresarial do MST


ONG´s estrangeiras financiam o MST


Meta capitalismo e desindustrialização

 

Paz à todos! 

 

 

 

 

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